
E vem aquela ideia de que as palavras, embora pareçam infinitas, não são suficientes.

Não me venha a contar objetos, estou desapegando-me a bens materiais. Já não ligo para o seu tipo de riqueza, não quero propriedades. Sou rica de palavras e isto, para mim, é suficiente.




Para que concretizar as palavras, se sentimentos abstratos são os que mais me expressam? Para que utilizar o que certamente podemos ver se o que há de mais real é o que sentimos?

